quarta-feira, 19 de abril de 2023

Arcabouço fiscal e precatórios: como as mudanças podem impactar o Estado brasileiro

Os desafios do pagamento de precatórios diante das mudanças no arcabouço fiscal brasileiro

Entendendo o arcabouço fiscal e sua relação com as dívidas do Estado

O arcabouço fiscal é uma estrutura de políticas e medidas econômicas adotadas pelo Estado brasileiro para garantir a estabilidade financeira e fiscal do país. Uma das principais preocupações do arcabouço fiscal é a dívida do governo, que inclui os precatórios – dívidas decorrentes de condenações judiciais.

A relação entre a dívida do governo e o Produto Interno Bruto (PIB) é um dos principais focos do arcabouço fiscal. A ideia é que, ao controlar essa relação, o governo possa manter a sustentabilidade financeira do Estado e garantir que a dívida não se torne excessiva em relação à capacidade de pagamento do país.

Os precatórios e suas regras próprias de regulamentação e gestão

Arcabouço fiscal e precatórios: como as mudanças podem impactar o Estado brasileiro

Os precatórios são uma das formas de dívida do governo brasileiro e são decorrentes de condenações judiciais. Eles são regulamentados pela Constituição Federal e possuem regras próprias de gestão e pagamento.

Uma das principais características dos precatórios é que eles têm prioridade sobre outras despesas do governo.

Apesar desse fato não acontecer da forma que está escrito na lei, é sim uma obrigação do Estado pagar os precatórios antes de fazer qualquer outra despesa. Por este motivo o número de Emendas Constitucionais nos últimos anos buscando a prorrogação no pagamento bem como a aplicação de descontos gigantescos via acordo direto.

Isso é feito para que os entes federativos possam reduzir este tipo de despesa e dessa forma cumprir as metas.

O objetivo do novo arcabouço fiscal: garantir a estabilidade financeira e fiscal do Estado

O novo arcabouço fiscal tem como objetivo principal garantir a estabilidade financeira e fiscal do Estado brasileiro. Para isso, como explicamos acima, ele busca controlar a relação entre a dívida do governo e o Produto Interno Bruto (PIB), garantindo que o país possa manter sua capacidade de pagamento e evitando que a dívida se torne excessiva.

Esse novo sistema pode ter implicações na capacidade do governo de pagamento dos precatórios, uma vez que ele pode exigir a redução do orçamento para honrar essas dívidas.

Porém, é importante lembrar que as mudanças no arcabouço fiscal não necessariamente têm relação direta com a regulamentação e gestão dos precatórios, que possuem regras próprias e são regulamentados pela Constituição Federal.

A importância da regulamentação e gestão adequadas dos precatórios

Arcabouço fiscal e precatórios: como as mudanças podem impactar o Estado brasileiro Arcabouço fiscal e precatórios como as mudanças podem impactar o Estado brasileiro

A regulamentação e gestão adequadas dos precatórios são fundamentais para garantir que essas dívidas sejam pagas de forma justa e eficiente. A Constituição Federal estabelece regras claras para a gestão dos precatórios, incluindo prazos para pagamento e ordem de prioridade.

É importante que o governo esteja atento à gestão dos precatórios para garantir que essas dívidas sejam pagas de acordo com as regras estabelecidas e que os recursos públicos sejam utilizados de forma eficiente. Isso pode incluir a adoção de medidas para acelerar o pagamento de precatórios em atraso e a melhoria da gestão dessas dívidas.

O equilíbrio entre o controle da dívida e o pagamento dos precatórios

O equilíbrio entre o controle da dívida do governo e o pagamento dos precatórios é um desafio para o Estado brasileiro.

Por um lado, é importante que o governo mantenha a sustentabilidade financeira do país e evite que a dívida se torne excessiva. Por outro lado, é fundamental que as dívidas decorrentes de condenações judiciais sejam pagas de forma justa e eficiente.

Para enfrentar esse desafio, o governo sempre adota medidas para controlar a dívida pública e, ao mesmo tempo, garantir o pagamento dos precatórios. Isso inclui a adoção de políticas de ajuste fiscal e a melhoria da gestão das dívidas do Estado.

Apesar da aparência de que o governo mantém seu compromisso em honrar as dívidas decorrentes de condenações judiciais, a verdade é que ele busca a todo custo garantir a estabilidade financeira e fiscal do país e com isso os credores de precatório sempre se encontram abandonados e sem voz nessas decisões.

Negociar seu precatório ainda é o melhor negócio

A venda do precatório ainda é melhor solução para a incerteza e para a infindável fila.

A Addebitare é uma opção atraente para aqueles que precisam de dinheiro imediato. A empresa é especializada na compra de precatórios e, portanto, pode oferecer um valor justo pelo documento, proporcionando ao proprietário do precatório uma injeção de dinheiro que pode ser utilizada para cobrir outras despesas.

A venda do precatório é uma opção viável em situações em que o governo está atrasado no pagamento dos precatórios. Nesses casos, a venda do precatório para a Addebitare pode garantir que o proprietário receba o valor devido, mesmo que o governo atrase o pagamento.

A Addebitare tem expertise em lidar com precatórios e pode assumir o risco associado à espera pelo pagamento do governo, permitindo que o proprietário do precatório se concentre em outras questões financeiras.

Fale com a Addebitare antes de tomar uma decisão sobre a venda do precatório, os profissionais vão te explicar as implicações financeiras e legais envolvidas. A empresa fornece o aconselhamento jurídico especializado para avaliar se é viável a venda do seu título precatório. Estando tudo certo, você recebe seu dinheiro em até 5 dias úteis.

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Quanto tempo leva para receber o valor de um precatório?

O tempo que leva para receber um precatório pode ser variado, sendo um processo diferente dos RPVs (Requisições de Pequeno Valor).

Para entendermos melhor, Precatório é um título de dívida emitido pelo governo quando perde uma ação judicial, e a sentença determina o pagamento de uma quantia em dinheiro. O processo de pagamento dos Precatórios ocorre após a inscrição do valor devido no orçamento do governo para o próximo exercício financeiro.

A demora para receber um Precatório pode ser influenciada por vários fatores, como o valor da dívida, a disponibilidade de recursos no orçamento do governo, a ordem cronológica dos créditos e a preferência de pagamento estabelecida pela PEC de 2017.

Os Precatórios de natureza alimentícia, por exemplo, têm prioridade de pagamento em relação aos demais, desde que o titular seja idoso, portador de doença grave ou pessoa com deficiência.

Já as Requisições de Pequeno Valor (RPVs) são dívidas de até 60 salários mínimos que o governo deve pagar de forma mais rápida, em até 60 dias após a decisão judicial transitada em julgado. Por serem valores menores, não é necessário incluí-los no orçamento do governo e eles são pagos diretamente pelo órgão devedor. Em resumo, a diferença de tempo para receber um Precatório ou uma RPV pode ser significativa e deve ser considerada pelos credores que aguardam o pagamento de uma dívida judicial.

Fatores que influenciam o prazo para receber um precatório

Quando se trata da quitação de dívidas do ente público com seus credores, diversos fatores podem influenciar no processo. O primeiro e mais importante fator é a capacidade financeira do estado ou município. Quando o ente público não possui recursos financeiros suficientes, ele pode parcelar o pagamento ou até mesmo propor um desconto alto para aqueles que desejam antecipar o título.

Outro fator que pode influenciar na quitação da dívida é a forma como o precatório é elaborado. Precatórios mais bem fundamentados e com valores menores têm maior chance de serem pagos de forma mais ágil pelo ente público. Além disso, o credor que possui um bom advogado pode conseguir uma vantagem significativa na hora de negociar o pagamento.

Por fim, é importante destacar que a situação financeira do ente público pode mudar rapidamente. Por exemplo, uma mudança na economia do país ou na arrecadação de impostos pode levar o estado ou município a ter mais recursos financeiros. Por isso, é importante manter-se informado e atualizado sobre a situação financeira do ente público para saber quando e como negociar o pagamento da dívida.

Prazo para o precatório ser pago

 

Quanto tempo leva para receber o valor de um precatório
Quanto tempo leva para receber o valor de um precatório

O Artigo 100 da Constituição Federal de 1988 estabelece as regras para os pagamentos devidos em virtude de sentença judicial contra as fazendas públicas. Esse artigo é aplicável tanto nas esferas municipais, estaduais e federais e estabelece prazos diferentes para cada uma dessas esferas. O prazo para pagamento é de até 60 dias para os RPVs (Requisições de Pequeno Valor), enquanto para os precatórios esse prazo é mais longo e pode chegar a vários anos.

Os precatórios municipais, estaduais e federais têm prazos diferentes para pagamento. Nos municípios, o prazo é geralmente de até cinco anos, enquanto nos estados e na esfera federal esse prazo pode chegar a mais de 15 anos. Além disso, há um limite para o pagamento dos precatórios, que é de 2% da receita corrente líquida do ente público devedor.

É importante ressaltar que, mesmo com prazos definidos pela Constituição, muitas vezes os pagamentos de precatórios são atrasados ou não são realizados. Isso ocorre devido à falta de capacidade financeira dos entes públicos, que muitas vezes precisam parcelar os pagamentos ou propor descontos para quem deseja antecipar um título. Os beneficiários devem estar atentos aos prazos e buscar orientação jurídica caso haja atrasos ou descumprimentos dos pagamentos.

Conte com a Addebitare para resolver o problema do seu precatório

 

Quanto tempo leva para receber o valor de um precatório
Quanto tempo leva para receber o valor de um precatório

A antecipação de precatórios pode ser uma opção interessante para aqueles que precisam de dinheiro com urgência ou não querem esperar o prazo estabelecido pelo órgão público. No entanto, é importante analisar os custos e riscos envolvidos na operação, além de verificar se a empresa escolhida possui uma boa reputação no mercado.

A antecipação de precatórios é uma opção para aqueles que desejam receber o valor de seus precatórios de forma mais rápida. Nesse processo, a empresa Addebitare adquire os direitos creditórios dos precatórios dos seus clientes e antecipa o valor aplicando uma taxa justa de desconto. Com essa antecipação, o cliente pode receber o pagamento em um prazo menor do que o estabelecido pelo órgão público responsável.

Para realizar a antecipação de precatórios, é necessário que o cliente possua um precatório já expedido e que tenha um valor mínimo para antecipação. Além disso, a Addebitare realiza uma análise do processo e dos riscos envolvidos antes de oferecer o serviço. É importante destacar que a antecipação não é um empréstimo, pois não há cobrança de juros, mas sim uma operação de compra de direitos creditórios.

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terça-feira, 18 de abril de 2023

A Emenda Constitucional de 2017 e o Parcelamento dos Precatórios

Precatório é um instrumento jurídico utilizado para cobrar dívidas que o Estado ou município tem com pessoas físicas ou jurídicas. Ele é expedido pelo Poder Judiciário após uma decisão judicial que reconheça a obrigação de pagamento por parte do ente público. O precatório é, portanto, uma ordem de pagamento emitida pelo tribunal para que a dívida seja quitada.

O objetivo do precatório é garantir que o Estado ou município cumpra com suas obrigações financeiras perante os cidadãos e empresas. Muitas vezes, essas dívidas são referentes a indenizações ou restituições em processos judiciais. Com a expedição do precatório, o credor tem uma ordem judicial que garante que ele receberá o valor devido, desde que o ente público cumpra com as determinações judiciais.

É importante ressaltar que os precatórios possuem um prazo para pagamento, estabelecido pela Constituição Federal. O prazo é de até dois anos após a expedição do documento para os estados, Distrito Federal e municípios, e de até cinco anos para a União. Caso o pagamento não seja efetuado dentro do prazo, o valor da dívida será atualizado com juros e correção monetária.

Emenda Constitucional nº 94

 

A Emenda Constitucional de 2017 e o Parcelamento dos Precatórios
A Emenda Constitucional de 2017 e o Parcelamento dos Precatórios

Em fevereiro de 2017, o Congresso Nacional aprovou a Emenda Constitucional nº 94 ou a pec dos precatórios de 2017, que permitiu o parcelamento dos valores de precatórios devidos em até 15 anos, além de prever um regime especial de pagamento para estados e municípios inadimplentes.

A medida foi recebida com críticas por alguns setores, mas também foi vista como uma forma de solucionar a questão dos precatórios, que há anos vinha sendo um problema para muitos entes federativos.

Parcelamento dos Precatórios

A partir da emenda constitucional, os estados, municípios e o Distrito Federal que estiverem em situação de inadimplência puderam aderir a um regime especial de pagamento, que prevê o parcelamento dos valores devidos em até 15 anos.

O pagamento é feito em parcelas anuais e sucessivas, corrigidas pelo IPCA do ano anterior, inclusive restos a pagar quitados. Desse total, são descontadas as requisições de pequeno valor (até 60 salários mínimos no caso da União), que não entram no teto.

Para aderir ao parcelamento, os estados, municípios e o Distrito Federal deverão apresentar um plano de pagamento, que será analisado pelo tribunal competente. O plano deverá prever a ordem cronológica dos precatórios a serem pagos, bem como a forma de correção monetária e os percentuais anuais a serem destinados ao pagamento das dívidas.

Prioridade de Pagamento

A PEC de 2017 trouxe uma importante mudanças no pagamento dos débitos de natureza alimentícia. A partir dela, os titulares que se enquadram nos requisitos de idade, doença grave ou deficiência têm prioridade sobre os demais devedores. Isso significa que, caso haja escassez de recursos para o pagamento dessas dívidas, essas pessoas terão o recebimento garantido antes dos demais credores.

Essa medida foi uma verdadeira conquista para as pessoas que mais precisam desses recursos, como idosos, portadores de doenças graves e pessoas com deficiência. Com a preferência no pagamento, essas pessoas têm a garantia de que receberão seus débitos de forma mais ágil e eficiente. Isso traz mais segurança e tranquilidade para os beneficiários, que muitas vezes dependem desses valores para suprir necessidades básicas, como alimentação e saúde.

É importante ressaltar que, apesar de ser um grande avanço, a PEC de 2017 não resolve todos os problemas relacionados ao pagamento de débitos alimentícios. Ainda há muitos casos de atrasos e descumprimentos de decisões judiciais por parte dos devedores, o que gera um grande prejuízo para as pessoas que têm direito a esses recursos. Por isso, é necessário que as autoridades e os órgãos competentes atuem de forma eficaz para garantir o cumprimento das determinações legais e proteger os direitos dos credores.

Regime Especial de Pagamento

Além do parcelamento, a emenda constitucional também prevê um regime especial de pagamento para os estados e municípios que estiverem em situação de inadimplência.

Esse regime permite o pagamento dos precatórios em até dez anos, com descontos que variam de 40% a 60% do valor devido, dependendo da capacidade financeira do ente federativo.

Para aderir ao regime especial de pagamento, os estados e municípios deverão apresentar um plano de pagamento ao tribunal competente, que deverá analisar a situação financeira do ente federativo e verificar se o plano é viável.

Caso seja aprovado, o ente federativo poderá quitar suas dívidas com os credores em até dez anos, mas lembramos que além descontos que variam de 40% a 60% o credor caso seja contemplado com essa possibilidade de pagamento, apenas troca uma fila maior por uma fila menor.

Negocie seu título precatório com a Addebitare

 

A Emenda Constitucional de 2017 e o Parcelamento dos Precatórios

Muitas pessoas que possuem precatórios a receber ficam reféns da incerteza e da espera. O tempo que leva para receber um precatório pode variar de acordo com vários fatores e muitas vezes pode levar anos. Mas existe uma alternativa para quem não quer ficar na fila dos precatórios: negociar seu título com a Addebitare.

A Addebitare é uma empresa especializada em negociação de precatórios. Com ela, você pode vender seu título e receber o valor antecipadamente, sem precisar esperar na fila dos precatórios. Isso pode ser uma ótima opção para quem precisa do dinheiro agora e não quer ficar refém da incerteza.

Não fique refém da incerteza: saia da fila dos precatórios e negocie seu título com a Addebitare. Entre em contato com conosco e saiba mais sobre como você pode vender seu precatório e receber o valor antecipadamente.

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segunda-feira, 17 de abril de 2023

Quem precisa declarar Imposto de Renda e por quê?

De acordo com a legislação brasileira, qualquer pessoa que tenha recebido rendimentos tributáveis acima de R$ 28.559,70 no ano anterior deve declarar o Imposto de Renda.

Além disso, quem recebeu rendimentos isentos, não tributáveis ou tributados na fonte, com valor total acima de R$ 40.000,00, também deve declarar.

Outros casos em que é obrigatória a declaração são:

Possuir bens com valor total acima de R$ 300.000,00;

Ter realizado operações na bolsa de valores, de mercadorias, de futuros e assemelhadas;

Ser residente no Brasil e ter recebido rendimentos de fontes no exterior;

Ser proprietário rural e ter renda bruta anual acima de R$ 142.798,50.

Qual o objetivo de declarar Imposto de Renda?

 

Quem precisa declarar Imposto de Renda e por quê
Quem precisa declarar Imposto de Renda e por quê

O objetivo da declaração é permitir que o governo saiba quanto cada pessoa ou empresa ganhou durante o ano e, consequentemente, determine quanto ela deve pagar de imposto sobre esses ganhos.

O que é rendimento tributável?

Rendimento tributável é todo valor recebido que deve ser declarado ao Imposto de Renda. Isso inclui salários, honorários, aluguéis, pensões, entre outros. O valor desses rendimentos é somado e, a partir daí, é calculado o imposto que deve ser pago ao governo.

Como declarar recebimento de precatório no Imposto de Renda 2023?

Os precatórios são pagamentos devidos pelo governo, seja em função de decisão judicial ou administrativa. No Imposto de Renda, os valores recebidos em precatórios devem ser declarados como rendimentos tributáveis e estão sujeitos à tributação conforme as regras do imposto de renda.

Para declarar o recebimento de precatórios no Imposto de Renda 2023, é necessário preencher a ficha “Rendimentos Recebidos Acumuladamente” (RRA) no programa de declaração do imposto de renda.

Nessa ficha, é possível informar os valores recebidos de precatórios e quaisquer outros rendimentos recebidos acumuladamente ao longo do ano anterior.

É importante lembrar que, para garantir que sua declaração seja preenchida corretamente, é recomendável que você consulte um contador ou profissional de imposto de renda para obter mais informações sobre como declarar os valores recebidos em precatórios.

Assim, você evita possíveis erros ou inconsistências na declaração e pode ficar tranquilo em relação ao cumprimento das obrigações fiscais.

Vendi meu precatório para a Addebitare, como devo proceder?

Primeiramente, será necessário ter em mãos o comprovante emitido pela Addebitare, afinal foi a empresa que realizou o pagamento do seu precatório. Com esse documento, basta abrir o programa gerador da Declaração do Imposto sobre a Renda das Pessoas Físicas e acessar a ficha “Rendimentos Recebidos Acumuladamente”.

Nessa ficha, deverão ser incluídos os dados referentes à operação, tais como:

1) dados da Addebitare que realizou o pagamento (razão social e CNPJ);

2) o valor total pago e

3) o valor referente à contribuição previdenciária e/ou o valor do imposto de renda retido na fonte.

Adicionalmente, nessa ficha o contribuinte deverá informar também a opção pela forma de tributação da renda, se exclusiva na fonte ou sujeita ao ajuste anual (o que for mais benéfico).

Vale ressaltar que a opção mais vantajosa da tributação dependerá da situação particular de cada contribuinte, como por exemplo, da análise de eventuais despesas que o contribuinte teve durante o ano, que poderão reduzir o valor do imposto a pagar.

Por fim, no caso de recebimento de valores cuja natureza é isenta para fins de imposto de renda, o contribuinte deverá acessar a ficha “Rendimentos Isentos e não tributáveis” e lá preencher os dados, conforme dispostos no Informe de Rendimentos fornecidos pela Addebitare.

Rendimentos sujeitos à cobrança de imposto

 

Quem precisa declarar Imposto de Renda e por quê

Quem precisa declarar Imposto de Renda e por quêO imposto sobre a renda incidente sobre os montantes recebidos à título de precatório ou requisição de pequeno valor, será retido na fonte pela Addebitare, responsável pelo pagamento à alíquota de 3%.

O imposto retido trata-se de uma antecipação e, portanto, deverá ser informado, em conjunto com o montante recebido, quando do preparo de Declaração de Imposto de Renda pelo contribuinte.

Situações especiais

A atenção fica para os casos em que há venda do precatório ou a cessão do direito de crédito. Nessas situações, a diferença positiva entre o valor de venda e o custo de aquisição estará sujeita à apuração do ganho de capital (conforme alíquotas abaixo), devendo o imposto ser recolhido até o último dia útil do mês seguinte à venda.

1) 15% sobre a parcela dos ganhos que não ultrapassar R$ 5.000.000,00

2) 17,5% sobre a parcela dos ganhos que exceder R$ 5.000.000,00 e não ultrapassar R$ 10.000.000,00

3) 20% a parcela dos ganhos que exceder R$ 10.000.000,00 e não ultrapassar R$ 30.000.000,00

4) 22,5% sobre a parcela dos ganhos que ultrapassar R$ 30.000.000,00

Para evitar problemas com o fisco, é importante que o contribuinte tenha atenção ao preencher a declaração de imposto de renda em relação aos rendimentos recebidos por precatório.

Além disso, é recomendável buscar orientação de um profissional especializado em imposto de renda para auxiliar no processo de declaração.

Por fim, é importante ressaltar que a legislação tributária brasileira é complexa e está sujeita a mudanças frequentes, portanto, é fundamental estar sempre atualizado sobre as regras aplicáveis e buscar auxílio especializado quando necessário.

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sexta-feira, 14 de abril de 2023

A importância do critério uniforme da justiça estadual para precatórios não expurgada

Os precatórios são dívidas judiciais de responsabilidade da administração pública, que devem ser pagas aos cidadãos que tiveram seus direitos violados ou lesados pelo Estado.

O pagamento dessas dívidas é regulado por leis específicas e pode levar anos para ser concluído, o que gera muitas vezes uma grande espera para os credores. Com o objetivo de tornar mais justa e eficiente a forma como esses pagamentos são realizados, a justiça estadual adotou um critério uniforme para precatórios não expurgada.

O que é o critério uniforme da justiça estadual para precatórios não expurgada?

O critério uniforme da justiça estadual para precatórios não expurgada se refere a uma tabela padronizada utilizada para calcular e atualizar os valores dos precatórios.

Essa tabela foi desenvolvida pelo consultor e parecerista Gilberto Melo e utiliza uma metodologia de cálculo que não considera os expurgos inflacionários ocorridos em planos econômicos anteriores.

A tabela uniforme é utilizada pela justiça estadual de vários estados brasileiros e é atualizada regularmente com base em decisões judiciais e outras fontes confiáveis.

Ela tem como objetivo garantir que o valor dos precatórios seja calculado de forma justa e transparente, sem considerar fatores externos que possam influenciar o seu montante.

Por que o critério uniforme é importante?

O critério uniforme da justiça estadual para precatórios não expurgada é importante porque garante a igualdade de tratamento para todos os credores, evitando que alguns recebam mais do que outros devido a diferenças na forma como o valor do precatório é calculado.

Isso é especialmente importante em um contexto em que o pagamento dessas dívidas pode levar anos e os valores envolvidos são muitas vezes altos.

Além disso, a utilização de uma tabela padronizada evita que os valores dos precatórios sejam influenciados por fatores externos, como mudanças na taxa de inflação. Isso garante que os valores sejam calculados de forma justa e transparente, sem gerar distorções que possam prejudicar os credores.

Por fim, o critério uniforme da justiça estadual para precatórios não expurgada contribui para a eficiência do processo de pagamento dessas dívidas. Ao estabelecer uma tabela padronizada, os tribunais podem calcular os valores dos precatórios de forma mais rápida e precisa, o que pode reduzir o tempo de espera dos credores.

Addebitare: a empresa especializada em compra de precatórios e ativos judiciais

A Addebitare é uma empresa especializada em compra de precatórios e ativos judiciais, com o objetivo de oferecer as melhores propostas para seus clientes.

Com uma equipe de profissionais experientes no mercado financeiro e na área jurídica, a empresa tem como foco principal o ramo de precatórios, sejam eles federais, estaduais ou municipais.

Expertise dos sócios

importância do critério uniforme da justiça estadual para precatórios não expurgada

Os sócios da Addebitare possuem ampla e reconhecida experiência em suas respectivas áreas, o que foi fundamental para a fundação da empresa. Com expertise no mercado financeiro e na área jurídica, eles estão preparados para oferecer as melhores soluções para os clientes que desejam vender seus precatórios ou ativos judiciais.

Atuação em todo o Brasil

A Addebitare já efetuou a antecipação de mais de 5.500 títulos em todas as esferas federal, estadual e municipal, atendendo a todos os 26 estados do Brasil e o Distrito Federal. Essa ampla atuação permite que a empresa ofereça soluções para uma grande variedade de clientes, em todo o território nacional.

Venda de precatórios

A venda de precatórios é prevista na Constituição Federal, através do artigo 100. Essa opção pode ser interessante para os credores que desejam receber seus valores de forma antecipada, em vez de aguardar o pagamento pelo ente público responsável. A Addebitare oferece soluções para a venda de precatórios, garantindo a melhor proposta para seus clientes.

Você sabia?

A Addebitare é uma empresa especializada em compra de precatórios e ativos judiciais, que conta com uma equipe de profissionais experientes e preparados para oferecer as melhores soluções para seus clientes. Com atuação em todo o Brasil e expertise no mercado financeiro e na área jurídica, a empresa é uma opção segura e confiável para quem deseja vender seus precatórios ou ativos judiciais.

Como funciona o processo de venda de um ativo judicial para a Addebitare?

Quando se trata de processos judiciais, muitas vezes pode ser difícil prever quando e se um pagamento será feito. É aí que a venda de um ativo judicial pode ser uma opção atraente para algumas pessoas. Se você está considerando vender seu ativo judicial, é importante entender o processo envolvido.

Entre em contato

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O primeiro passo para vender um ativo judicial é entrar em contato com a Addebitare. Você pode entrar em contato por telefone, e-mail, WhatsApp ou por meio do nosso site. Depois de entrar em contato, um representante da empresa entrará em contato com você para discutir sua situação.

Estudo de caso

O próximo passo é a Addebitare realizar um estudo de caso detalhado do seu processo judicial. Isso envolve a revisão de todos os documentos relacionados ao seu caso, incluindo sentenças judiciais e outros documentos relevantes. Com base nessa análise, a empresa será capaz de determinar o valor do seu ativo judicial e fazer uma proposta de compra.

Acordo

Depois que uma proposta é feita, você terá a oportunidade de discutir os termos e fazer qualquer pergunta que possa ter. Se você estiver satisfeito com a proposta, a Addebitare emitirá um acordo que deve ser assinado por ambas as partes.

Assinatura do contrato

Depois que o acordo é assinado, a Addebitare preparará um contrato de compra que deve ser assinado por você e pela empresa. Este contrato estabelece os termos e condições da venda, incluindo o preço de venda e a data de pagamento.

Hora de receber

Depois que o contrato for assinado, a Addebitare pagará o valor acordado pelo ativo judicial. É importante lembrar que a empresa assume 100% dos riscos envolvidos na venda do ativo judicial, incluindo quaisquer atrasos no pagamento.

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quinta-feira, 13 de abril de 2023

Prazo para pagamento de precatório estadual: o que é e como funciona?

O pagamento de precatórios é um tema importante e complexo no sistema jurídico brasileiro. Os precatórios são requisições de pagamento expedidas pelo Poder Judiciário para que os governos estaduais ou municipais paguem dívidas decorrentes de processos judiciais. O pagamento desses precatórios é regulado pela Constituição Federal e pelas leis estaduais e pode levar anos para ser efetivado.

O que são precatórios estaduais?

Precatórios estaduais são requisições de pagamento expedidas pelo Poder Judiciário em favor de pessoas físicas ou jurídicas que ganharam processos judiciais contra os governos estaduais. Essas requisições são emitidas quando a dívida não é paga voluntariamente pelo governo dentro do prazo determinado em lei.

Os precatórios estaduais podem ser emitidos tanto em processos judiciais contra o Estado quanto em processos judiciais contra entidades públicas que tenham personalidade jurídica própria, como autarquias e empresas públicas.

Como funciona o pagamento de precatórios estaduais?

O pagamento de precatórios estaduais é feito em ordem cronológica, ou seja, os precatórios mais antigos têm prioridade sobre os mais recentes. Esse critério é estabelecido pela Constituição Federal e pelas leis estaduais.

O governo estadual deve depositar, anualmente, um valor mínimo para o pagamento dos precatórios, chamado de “quota anual”. Esse valor é calculado com base na receita corrente líquida do Estado e deve ser destinado exclusivamente ao pagamento dos precatórios. O valor é dividido entre os precatórios de acordo com a ordem cronológica estabelecida.

Qual era o prazo para pagamento de precatórios estaduais?

O prazo para pagamento de precatórios estaduais é estabelecido pela Constituição Federal e pelas leis estaduais. De acordo com a Emenda Constitucional nº 62/2009, os Estados têm até 2024 para quitar todos os precatórios pendentes até o final de 2015. Para os precatórios pendentes após 2015, o prazo é de 15 anos a partir da data da requisição.

Como ficou com a PEC aprovada no ano de 2022?

Aprovação da PEC estabelece limite anual para pagamento de precatórios a partir de 2022

Recentemente, foi aprovada a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) que estabelece um limite anual para o pagamento de precatórios a partir de 2022. A partir de agora até 2026, os precatórios serão pagos em uma intensidade ainda menor do que já estavam sendo. Essa redução do montante destinado ao pagamento de precatórios está amparada pelas Emendas Constitucionais 113 e 114, originadas da PEC, causando o não pagamento de parte dos cidadãos que tinham direito.

De acordo com a nova regulamentação, o que não for pago em 2022 será incluído no orçamento dos próximos anos, o que pode gerar uma bola de neve também em âmbito federal. A tendência é que os atrasos já existentes com o pagamento de precatórios, que podem chegar a até 20 anos, se agravem ainda mais.

O impacto da redução no pagamento de precatórios pode ser sentido em diversos setores. Segundo o Conselho da Justiça Federal, a previsão era pagar R$14 bilhões em precatórios do INSS, atendendo a lista divulgada em 2021. No entanto, foram liberados somente R$11,1 bilhões, o que corresponde a 80% do valor previsto. Essa redução também afeta as ações de servidores contra a União. Do total estimado em R$10,8 bilhões, serão desembolsados R$9 bilhões para o pagamento, ou seja, valor 17% menor.

É importante destacar que o prazo para o pagamento de precatórios estaduais é uma meta a ser alcançada pelos governos. Caso não seja possível cumprir essa meta, os Estados podem sofrer sanções, como bloqueio de recursos e impedimento de realizar novos empréstimos.

A venda de precatório é uma boa opção?

A venda de precatórios estaduais tem sido uma opção cada vez mais comum para muitos credores que precisam de recursos financeiros imediatos. Embora alguns questionem a prática, a venda de precatórios pode trazer muitos benefícios para os credores. Como por exemplo:

Dinheiro imediato

Uma das principais vantagens da venda de precatórios estaduais é a obtenção de dinheiro imediato. Para muitos credores, receber os valores devidos pode levar anos e, em alguns casos, décadas. Ao vender seu precatório, o credor pode obter o dinheiro que precisa para pagar dívidas, investir em um negócio ou realizar um projeto pessoal.

Redução do risco

Os precatórios são uma forma de dívida pública, o que significa que há sempre o risco de o estado não cumprir seus compromissos de pagamento. Ao vender um precatório, o credor transfere esse risco para o comprador, que assume a responsabilidade de receber os valores devidos do estado. Dessa forma, o credor se protege de possíveis atrasos ou mesmo da falta de pagamento.

Flexibilidade financeira

A venda de precatórios estaduais pode oferecer mais flexibilidade financeira para o credor. Em muitos casos, o valor do precatório não é suficiente para cobrir as despesas imediatas do credor. Ao vender o precatório, o credor recebe o dinheiro com deságio, mas em um prazo de dias e a quantia pode ser usada para atender a várias necessidades financeiras.

Eliminação de intermediários

Em alguns casos, os credores que têm precatórios precisam contratar advogados e outras pessoas para ajudá-los a acompanhar o processo de pagamento. Ao vender um precatório, o credor pode eliminar esses intermediários e lidar diretamente com o comprador. Isso pode simplificar o processo e reduzir os custos envolvidos.

Negociação direta

Ao vender um precatório, o credor pode negociar diretamente com o comprador. Isso significa que ele pode obter uma oferta melhor do que a oferecida pelo estado ou por outros intermediários. Além disso, a negociação direta permite que o credor tenha mais controle sobre o processo e possa tomar decisões com base em suas necessidades e preferências.

Caso tenha interesse em vender o seu precatório, entre em contato com a Addebitare para obter mais informações sobre como proceder.

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quarta-feira, 12 de abril de 2023

Precatórios Estaduais de São Paulo: Como Vendê-los?

Os precatórios estaduais são dívidas que os governos estaduais possuem com particulares, decorrentes de sentenças judiciais transitadas em julgado. Essas dívidas podem ser vendidas pelos seus titulares, o que pode ser uma opção interessante para quem não pode esperar pelo pagamento ou precisa de recursos financeiros imediatos. Neste artigo, vamos explicar como vender precatórios estaduais de São Paulo e apresentar a Addebitare, especialista em compra de precatórios.

O que são precatórios estaduais e como funcionam?

Os precatórios estaduais são dívidas que os governos estaduais possuem com particulares, decorrentes de sentenças judiciais transitadas em julgado. Essas dívidas podem ser oriundas de diversas áreas, como indenizações por danos morais, ações trabalhistas, previdenciárias, entre outras.

Para receber o valor do precatório, o credor precisa esperar a ordem cronológica de pagamento, que é definida pelo Tribunal de Justiça de São Paulo. Isso significa que, em muitos casos, o pagamento pode demorar anos para acontecer. Por isso, muitas pessoas optam por vender seus precatórios estaduais para terem acesso ao dinheiro de forma mais rápida.

Dívida do estado de São Paulo referente a precatórios

De acordo com dados do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP), a dívida de precatórios no estado de São Paulo chegou a um valor total de R$ 27 bilhões. Essa dívida é decorrente de sentenças judiciais transitadas em julgado, que os governos estaduais devem pagar aos credores de forma cronológica.

O valor da dívida é significativo, a situação dos precatórios em São Paulo tem apresentado melhora nos últimos anos, com um aumento no volume de pagamentos realizados pelo governo. No entanto estes valores são em sua maioria oriundos de Acordo Direto onde o desconto sobre o valor da dívida chega até a 40%.

Como você pode ver, apesar desse aumento nos pagamentos, a fila de espera para recebimento de precatórios em São Paulo ainda é longa. Por isso, a venda de precatórios estaduais tem se tornado uma opção cada vez mais comum para quem precisa de recursos financeiros imediatos ou não pode esperar pelo pagamento na ordem cronológica.

Como vender precatórios estaduais em São Paulo?

A venda de precatórios estaduais em São Paulo é regulamentada pela Emenda Constitucional nº 99/2017, que permite a venda desses créditos a terceiros. Para vender um precatório estadual em São Paulo, o titular deve seguir os seguintes passos:

Verificar se o precatório está inscrito na lista do Tribunal de Justiça de São Paulo para pagamento;

Procurar uma empresa especializada em compra de precatórios, como a Addebitare, para obter uma proposta de compra;

Analisar as condições oferecidas pela empresa, como prazo de pagamento e valor oferecido;

Se concordar com as condições, assinar o contrato de venda e transferência do precatório;

Aguardar a transferência do valor acordado.

Por que escolher a Addebitare para vender precatórios estaduais?

A Addebitare é uma empresa especializada em compra de precatórios que atua em todo o país, incluindo o estado de São Paulo. Com mais de 10 anos de experiência no mercado, a empresa oferece condições vantajosas para quem deseja vender seus precatórios estaduais.

A Addebitare trabalha com transparência e segurança, garantindo que todo o processo de venda seja realizado de forma legal e transparente. Além disso, a empresa oferece prazos de pagamento flexíveis e valores competitivos, permitindo que o titular do precatório tenha acesso ao dinheiro de forma rápida e sem burocracias.

Negocie seu precatório com a Addebitare

A venda de precatórios estaduais pode ser uma opção interessante para quem precisa de recursos financeiros imediatos ou não pode esperar pelo pagamento na ordem cronológica. Para vender um precatório estadual em São Paulo, é importante seguir os passos corretos e escolher uma empresa especializada em compra de precatórios que ofereça segurança e transparência no processo.

A Addebitare é uma empresa que se destaca no mercado de compra de precatórios, por oferecer condições vantajosas e seguras para os seus clientes. Com uma equipe especializada e experiência no mercado, a Addebitare é referência no segmento de compra de precatórios estaduais em São Paulo.

Além disso, a Addebitare conta com atendentes experientes e qualificados, que auxiliam os clientes em todas as etapas do processo de venda de precatórios. A empresa também oferece atendimento personalizado e todo atendimento é feito de forma online além do mais você terá todo  o acompanhamento do processo de venda de forma transparente e segura.

Vender um precatório estadual pode ser uma opção interessante para quem precisa de recursos financeiros imediatos ou não pode esperar pelo pagamento na ordem cronológica.

E para isso é importante escolher uma empresa especializada em compra de precatórios, como a Addebitare, para garantir a transparência e segurança no processo.

Agora você já sabe, a Addebitare é uma empresa que oferece condições vantajosas e seguras para a compra de precatórios estaduais em São Paulo. ela é referência no segmento de compra de precatórios, e pode ser uma excelente opção para quem precisa vender seus precatórios estaduais com rapidez e segurança.

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