quarta-feira, 15 de março de 2023

Qual o processo para que um menor de idade receba o Precatório

Antes de entrarmos nesse assunto, vamos entender o que é precatório e quais os tipos existentes.

Os precatórios são títulos emitidos pelo governo para honrar dívidas que não foram pagas imediatamente. Existem vários tipos de precatórios, cada um com suas próprias características e finalidades.

O primeiro tipo de precatório é o de folha de pagamento. Esse é emitido para honrar dívidas de salários, gratificações e outras verbas trabalhistas devidas ao empregado.

Outro tipo de precatório é o judicial. Esse é emitido para honrar dívidas resultantes de decisões judiciais ou administrativas. Por exemplo, um precatório judicial pode ser emitido para honrar uma indenização por danos morais ou materiais.

Além disso, existem também os precatórios alimentares. Esses são emitidos para honrar dívidas de pensão alimentícia, aluguéis ou outras obrigações decorrentes da guarda de menores.

Por fim, existem os precatórios fiscais. Esses são emitidos para honrar dívidas devidas ao governo, como impostos, taxas e outras obrigações tributárias.

Pode um menor ter um precatório a receber?

Pode parecer incomum, mas pode acontecer sim de um menor ter um precatório a receber. Um exemplo disso seria em caso de herança.

Para receber um precatório, é indispensável que o inventário seja aberto, seja por via extrajudicial ou judicial. Do contrário, o precatório não poderá ser transferido para nenhum herdeiro.

O prazo para abertura do inventário é de 60 dias corridos após o falecimento do credor, e se houver alguma peculiaridade envolvendo herdeiros menores de idade ou desacordo entre os herdeiros, será necessário abrir um inventário judicial.

Processo para um menor receber um precatório

Qual o processo para que um menor de idade receba o Precatório

Todos os herdeiros, independentemente da idade, têm direito de receber precatórios. Assim, a divisão dos bens da herança não necessita passar por um inventário. Com isso, a habilitação do herdeiro menor pode ser realizada de maneira mais ágil.

Se os herdeiros forem todos menores de idade, a transferência dos bens pode ser feita por meio de um inventário extrajudicial, realizado em um cartório de notas. Porém, se houver dúvidas a respeito do processo, o advogado responsável pela causa pode oferecer orientação.

Deste modo, o procedimento de partilha de bens é mais ágil, não exigindo uma ação burocrática e prolongada. Além disso, a criança ou adolescente não precisa se envolver em processos judiciais complexos. Por fim, o tutor será o responsável por administrar o precatório e outros bens herdados.

Como fica a administração do valor

De acordo com a lei brasileira, o tutor de algum menor que receba um valor de precatório tem a responsabilidade de guardar e gerenciar os recursos de forma responsável.

Isso significa que devem ser tomadas todas as medidas necessárias para garantir que o dinheiro seja usado de forma apropriada. Isso inclui, por exemplo, estabelecer um plano de investimento para os recursos, que garanta que os recursos sejam usados para o benefício do menor.

O tutor também deve certificar-se de que o dinheiro seja usado para os fins apropriados, como educação, saúde e outras necessidades básicas do menor. Além disso, o tutor tem a responsabilidade de garantir que todas as taxas e impostos relacionados ao precatório sejam pagos de forma apropriada e em tempo hábil.

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Qual o processo para que um menor de idade receba o Precatório

A Addebitare é uma empresa com quase 15 anos no mercado, seu surgimento foi com o intuito de ajudar pessoas a obter crédito a partir de títulos judiciais.

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O processo de compra do título judicial é relativamente simples e rápido. Primeiro, o cliente entra em contato com a Addebitare para realizar uma consulta gratuita.

Em seguida, a Addebitare verifica a viabilidade da operação, analisando a documentação e os dados fornecidos pelo cliente.

Se tudo estiver ok, a Addebitare realiza uma oferta de compra do título judicial do cliente.

Após a aprovação da oferta, a Addebitare inicia um processo de negociação com o credor para adquirir o título judicial. Se a negociação for bem-sucedida, a Addebitare compra o título judicial do cliente e o cliente recebe o crédito em sua conta em até 5 dias úteis.

Com isso, o cliente tem muito mais rapidamente o dinheiro em mão e pode financiar seus projetos com condições favoráveis.

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Com a Addebitare, é possível negociar facilmente o título judicial. Portanto, se você está em busca de uma empresa que compre precatório, a Addebitare é a sua melhor opção.

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terça-feira, 14 de março de 2023

Senado aprova pec que prorroga pagamento de precatórios até 2026

O Plenário do Senado aprovou, por unanimidade, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 45/2017, estendendo o prazo para os estados, Distrito Federal e municípios quitarem seus precatórios até 2024.

O resultado foi de 61 votos a favor e nenhum contrário em 1º turno, e 57 a 0 em segundo turno. A proposta, já havia passado pelo Senado e sido aprovada pela Câmara dos Deputados com algumas alterações, sendo então enviada de volta ao Senado.

Os valores de reajuste serão alterados?

Senado aprova pec que prorroga pagamento de precatórios até 2026

Os precatórios passarão a ser atualizados pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo Especial (IPCA-E), conforme decisão do Supremo Tribunal Federal (STF).

Os entes federados continuarão a ter de depositar mensalmente, em conta especial do Tribunal de Justiça local, 1/12 de sua receita corrente líquida, para fazer os pagamentos.

A proposta também permite que 75% dos depósitos relativos a ações na Justiça e recursos administrativos sejam usados para pagar precatórios, enquanto que o restante (25%) será destinado a um fundo garantidor para pagar causas perdidas.

Como ficaram os precatórios preferenciais?

A Constituição estabelece, atualmente, que há preferência para o pagamento de precatórios de natureza alimentícia, especialmente para idosos, portadores de doença grave ou pessoas com deficiência.

Essa preferência foi limitada a três vezes o valor da requisição de pequeno valor (RPV), aproximadamente R$ 16,5 mil. A PEC prevê aumentar essa preferência para cinco vezes a RPV, o que equivale a R$ 27,6 mil. Qualquer valor maior será fracionado para o beneficiário, enquanto o restante seguirá a ordem cronológica de apresentação.

Essa PEC é um calote nos precatórios?

Senado aprova pec que prorroga pagamento de precatórios até 2026

A PEC anunciada prevê diversas medidas para ampliar em aproximadamente 106 bilhões de reais as despesas de 2024.

Uma das medidas modifica o teto de gastos por meio de um novo cálculo retroativo. A segunda medida cria um limite para o pagamento dos precatórios, enquanto as dívidas não contempladas serão adiadas para anos posteriores.

Ficou acordado no congresso que o limite para pagamento das dívidas já reconhecidas pela Justiça terá validade até 2026. Além disso, o aumento de gastos em 2022, após a aprovação da PEC, estará vinculado às despesas obrigatórias, à área social e à desoneração da folha de pagamentos.

Outra alteração prevê um mecanismo de vinculação dos gastos que ao invés de pagar precatórios vai financiar programas sociais e seguridade social, como aposentadorias, entre 2023 e 2026.

Essa PEC vai influenciar em algo nos precatórios do Fundef?

No texto inicial havia uma data de pagamento de precatórios do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério (Fundef).

Em vez disso, o texto estabelece que os precatórios sejam pagos sempre em três parcelas anuais, a partir de sua expedição: 40% no primeiro ano, 30% no segundo ano e 30% no terceiro ano. Dessa forma, as parcelas poderão ser pagas até o final do ano, com base nos percentuais definidos. Quanto aos precatórios devidos em 2022, eles serão pagos em 2022, 2023 e 2024.

Além disso, esses precatórios ficam fora dos limites de gastos e de pagamento anual de precatórios.

Também foi adicionada à Constituição uma regra que exige aos estados e municípios aplicarem os recursos obtidos com os precatórios do Fundef conforme a destinação originária do fundo. Desse montante, 60% deverão ser destinados aos profissionais do magistério, incluindo aposentados e pensionistas, na forma de abono, proibindo a incorporação na remuneração, aposentadoria ou pensão.

A Consultoria de Orçamento da Câmara revelou que, do total de precatórios previstos para pagamento em 2022, 26% (R$ 16,2 bilhões) se refere a causas ganhas por quatro estados (Bahia, Ceará, Pernambuco e Amazonas) contra a União, focadas nos cálculos do antigo Fundef.

Negociar o meu precatório é um bom negócio?

A Addebitare é uma empresa líder no mercado de precatórios, oferecendo soluções eficazes e seguras para vender seus precatórios. Os precatórios são títulos de crédito emitidos pelo Poder Judiciário para o pagamento de débitos judiciais aos credores.

Através da Addebitare, você pode vender seus precatórios com segurança, eficiência e agilidade. A empresa possui uma equipe altamente qualificada, que oferece assessoria e suporte para a venda de seus precatórios.

Nosso serviço é totalmente seguro e confiável, pois somos especializados na área de compra de títulos precatórios e possuímos anos de experiência na área.

Além disso, a Addebitare oferece aos seus clientes uma taxa de deságio justa de acordo com o risco de cada título. Nós oferecemos um serviço personalizado, que se adapta às suas necessidades e condições específicas.

Com a Addebitare, você pode negociar seus precatórios de forma rápida, segura e eficiente, com total garantia de satisfação. Se você está buscando um serviço de qualidade para vender seus precatórios, a Addebitare é o lugar certo.

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domingo, 12 de março de 2023

Precatórios no valor de 120 salários mínimos serão quitados pelo governo do Rio Grande do Sul?

A autorização de US$ 500 milhões pelo Legislativo Estadual em 2022 para o pagamento de precatórios vai acelerar a quitação das dívidas do governo com mais de 67 mil credores. Conforme a Secretaria da Fazenda, o montante total da dívida é de R$ 17,2 bilhões.

O que são precatórios

Precatórios no valor de 120 salários mínimos serão quitados pelo governo do Rio Grande do Sul?

Precatórios são ordens de pagamento emitidas pelo Judiciário para pessoas e empresas que venceram processos judiciais, normalmente relacionados a questões salariais, desapropriações e cobranças indevidas de impostos.

O que diz o governo do estado do RS

O Palácio Piratini prevê que o contrato de empréstimo junto ao Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), com garantia da União, será assinado até o final deste ano, e os recursos serão disponibilizados entre 2023 e 2024.

Essa operação financeira é prevista no Plano do Estado do Rio Grande do Sul, no âmbito do Regime de Recuperação Fiscal (RRF).

Apesar de haver a contratação de uma dívida para pagar outra, essa medida será benéfica para o Estado.

Como essa ação é vantajosa para o Estado

De acordo com a Constituição Federal, o Palácio Piratini tem até o fim de 2029 para saldar o valor de precatórios, que atualmente é corrigido pela Taxa Selic, de 13,25%.

Porém, o financiamento com o BID é mais vantajoso, pois o custo será menor, como é de costume nas operações com bancos de desenvolvimento, e poderá ser quitado ao longo de 25 anos.

O valor será utilizado para quitar todos os precatórios?

Não, o dinheiro obtido através da operação será direcionado para quitar precatórios do Estado no esquema de Acordo Direto, permitindo que o governo ofereça a seus credores um pagamento antecipado com um desconto de até 40%.

Assim, a cada R$ 100 abatidos do valor, o governo só terá de desembolsar R$ 60.

Estima-se que o financiamento de R$ 2,7 bilhões (considerando a cotação atual do dólar) possibilitará abater aproximadamente R$ 4,5 bilhões da dívida com precatórios. De acordo com o secretário da Fazenda, essa operação financeira contribuirá para a redução da dívida total do Estado.

O juiz coordenador da Central de Conciliação e Pagamento de Precatórios do TJ, acredita que a aprovação do financiamento é uma “boa notícia” e contribuirá para que o Executivo consiga cumprir o prazo de pagamento determinado na Constituição.

Compensa fazer o Acordo Direto

Precatórios no valor de 120 salários mínimos serão quitados pelo governo do Rio Grande do Sul?

O Acordo Direto com o Governo tem se tornado uma saída cada vez mais comum para quem tem direito a receber precatórios. Porém, é preciso entender que essa modalidade de resolução tem suas desvantagens.

Primeiro, o Acordo Direto não garante que o titular do precatório terá o pagamento integral de seu crédito. O valor a ser pago é negociado entre o credor e o governo e, como o governo está em crise financeira, os acordos costumam ser desvantajosos para os credores.

Outra desvantagem do Acordo Direto é que ele não pode ser rescindido após a assinatura. Uma vez que o acordo é fechado, o titular não pode requerer o pagamento integral do crédito, mesmo que eles não estejam satisfeitos com o acordo.

Além disso, é importante lembrar que os acordos diretos com o governo também seguem uma fila para pagamentos.

Por fim, o Acordo Direto com o Governo não é isento de impostos. O titular do precatório é responsável por pagar todos os impostos devidos sobre o valor do acordo. Isso pode reduzir significativamente o montante que o titular do precatório recebe.

Portanto, o Acordo Direto com o Governo é uma saída viável para muitos titulares de precatórios, mas é preciso considerar as desvantagens antes de optar por essa modalidade de resolução.

Negocie seu precatório com a Addebitare

Você está cansado de tentar receber seu precatório ainda não pago? Se você está procurando uma solução para esse problema, então é hora de considerar a negociação de seu precatório com a Addebitare.

A Addebitare é uma empresa especializada em negociação de precatórios, com anos de experiência no setor. Contamos com uma equipe especializada que entende todos os aspectos jurídicos e financeiros envolvidos na negociação de precatórios. Oferecemos aos clientes um serviço de alta qualidade, e o melhor de tudo, é que não cobramos nenhuma taxa adiantada.

Possuímos uma equipe altamente qualificada e experiente que pode ajudá-lo a negociar seu precatório com segurança. Oferecemos uma assessoria completa sobre todos os aspectos da negociação e podem guiá-lo durante todo o processo

Oferecemos um serviço de qualidade e confiável para ajudar os clientes a receber seus precatórios. Com nossa equipe especializada e experiente, podemos ajudá-lo a obter o melhor acordo possível. Se você está cansado de tentar receber seu precatório ainda não pago, então é hora de considerar a negociação de seu precatório com a Addebitare.

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sábado, 11 de março de 2023

Quanto tempo demora para receber um precatório estadual

Um precatório estadual é um documento oficial que autoriza o pagamento de uma dívida através da Secretaria de Fazenda do Estado. Ele é emitido quando o governo não consegue honrar seus compromissos financeiros, como em casos de ações judiciais ou quando o governo não pode pagar dívidas.

Esse documento tem validade em todo o país. Ele é emitido pela Secretaria de Fazenda e, em seguida, enviado para o Tribunal de Justiça do Estado. Uma vez que o documento é enviado, ele é considerado legalmente válido e o estado é obrigado a pagar a dívida.

É importante notar que os precatórios estaduais são diferentes dos precatórios federais. Os precatórios federais são emitidos quando o governo federal não consegue honrar seus compromissos financeiros. Esses documentos são emitidos através do Tribunal de Contas da União e devem ser pagos pelo governo federal.

Os precatórios estaduais levam um bom tempo para serem pagos, pois as dívidas são pagas de acordo com a classificação dada pelo Tribunal de Justiça. Isso acontece devido às limitações orçamentárias. Por isso, é importante que o interessado se mantenha atualizado e acompanhe o andamento do processo.

Emendas constitucionais aumentam ainda mais o prazo de pagamento

Quanto tempo demora para receber um precatório estadual

Devido as dificuldades encontradas pelos entes federativos em pagar os precatórios, com o tempo várias medidas foram tomadas para que os casos fossem solucionados.

Constituição Federal de 88

A Constituição Federal de 1988 instituiu um único regime de pagamento de Precatórios. De acordo com este, os Precatórios expedidos até o dia 1 de julho de um ano devem ser pagos no ano seguinte e aqueles expedidos após este dia, no ano subsequente. No entanto, não existiam sanções eficazes para o não pagamento destas obrigações, o que resultou na acumulação de um valor considerável, prejudicando ainda mais a situação.

Devido a isso, foram criados regimes especiais de pagamento de precatórios, como as emendas constitucionais.

Emenda Constitucional 94/2016

A Emenda Constitucional de 94 foi essencial para garantir que os titulares com mais de 60 anos, originários ou por sucessão hereditária, tivessem prioridade no pagamento de débitos de natureza alimentícia (salários, pensões, indenizações por morte ou invalidez e aposentadorias).

Além disso, ela estabeleceu que a União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios deveriam direcionar uma parte da Receita Corrente Líquida para o pagamento de Precatórios e obrigações de pequeno valor.

Emenda Constitucional 99/2017

Essa no momento é a emenda que vale para os Estados e Municípios terem como base a data limite para pagamento de precatórios, vamos ver alguns artigos dessa Emenda.

Segundo esta EC os precatórios devem ser pagos até 31 de dezembro de 2024. E os valores devem ser atualizados pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo Especial (IPCA-E). Ou por outro índice que venha a substituí-lo. Os recursos devem ser depositados mensalmente, em conta especial do Tribunal de Justiça local.

Essa emenda foi aprovada para que os Estados, o Distrito Federal e os Municípios possam quitar Precatórios pendentes até 25 de março de 2015. Os valores dos Precatórios serão pagos com recursos orçamentários próprios, provenientes das fontes de Receita Corrente Líquida, até 75% dos depósitos judiciais e dos depósitos administrativos em dinheiro.

Além disso, é instituído um fundo garantidor, equivalente a 1/3 dos recursos levantados, remunerado pela taxa referencial da Selic. Esses recursos devem ser rateados entre os Estados e Municípios proporcionalmente às respectivas populações. A totalidade dos depósitos em Precatórios e requisições diretas de pagamento de obrigações de pequeno valor efetuados até 31 de dezembro de 2009 também devem ser pagas até 31 de dezembro de 2024.

Emenda Constitucional 114/2022

Como você pode observar se seu precatório for posterior à 2015 ele não se encaixa nessas regras, ou seja, muito provavelmente será aplicada a regra da nova Pec dos Precatórios a EC 114/2022.

Entre as novas regras ficou ajustado que a partir de 1º de julho de 2021, a data limite para apresentação dos precatórios pela Justiça será alterada para 2 de abril de cada ano.

Isto significa que, para 2023, haverá uma transição, considerando os precatórios expedidos entre 2 de julho de 2021 e 2 de abril de 2022 para o cálculo do limite de pagamento.

Assim, a partir de 2 de abril de 2022, os precatórios deverão ser entregues para serem incluídos no orçamento público do ano seguinte.

A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) aprovada recentemente mudou a data do fim do regime fiscal de teto de gastos para 2026.

Esta PEC também especifica o cálculo do total de precatórios a pagar em cada ano, com base no Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) acumulado do ano anterior.

Além disso, as requisições de pequeno valor, com valor até 60 salários mínimos no caso da União, estão excluídas do teto de gastos.

Vender o meu precatório estadual é uma boa opção?

Quanto tempo demora para receber um precatório estadual

Vender o seu precatório estadual é uma boa opção para quem deseja receber seu dinheiro de forma rápida e segura.

A Addebitare compra seu precatório de forma fácil, segura e prática, oferecendo aos clientes taxas competitivas e condições especiais para venda dos precatórios.

Assim, vender o precatório estadual à Addebitare torna-se uma ótima opção para quem precisa de um retorno rápido e seguro de seus créditos.

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sexta-feira, 10 de março de 2023

A importância de uma empresa de compra e vendas de precatórios ter CNPJ

A importância de uma empresa ter CNPJ não pode ser subestimada. O Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica, o CNPJ, é um número de identificação único de uma empresa, emitido pela Receita Federal do Brasil.

Este número é exigido por lei para que a empresa possa estabelecer relações comerciais com outras empresas e para que possa ter acesso a vários serviços, tais como abertura de conta bancária, envio de documentos ao governo, contratação de funcionários, entre outros.

A obtenção do CNPJ é um processo relativamente fácil, mas é importante ter em conta o fato de que a empresa só pode começar a operar comercialmente quando o cadastro é concluído. A empresa também deve seguir as regras e regulamentos governamentais para operar de forma legal.

Outra vantagem de ter um CNPJ é que a empresa pode abrir uma conta bancária, obter linhas de crédito e financiamentos, emitir notas fiscais, entre outras. Além disso, o CNPJ é também um importante mecanismo de proteção contra fraudes e outras ações ilícitas.

Como saber se um CNPJ é válido

A importância de uma empresa de compra e vendas de precatórios ter CNPJ

Mas como você pode ter certeza de que um CNPJ é realmente válido? Existem alguns métodos para checar se um CNPJ é válido ou não.

  1. Verificar a Formatação

A primeira coisa que você deve fazer é verificar se o CNPJ está formatado corretamente. O CNPJ é formado por 14 números, sendo 8 números no início e 6 números depois da barra. Se o CNPJ tiver menos ou mais números, ele não será válido.

  1. Usar um Site de Verificação de CNPJ

Existem alguns sites na internet que permitem verificar se um CNPJ é válido. Esses sites usam uma combinação de dados fornecidos pelo governo e outras fontes para verificar se o CNPJ existe e se está em uso.

  1. Verificar na Receita Federal

Outra maneira de verificar se um CNPJ é válido é através da Receita Federal. A Receita Federal disponibiliza um serviço online onde você pode consultar os dados de um CNPJ. Basta inserir o CNPJ na caixa de pesquisa e a Receita Federal fornecerá os dados da empresa e informará se o CNPJ é válido ou não.

Empresas que comercializam títulos precatórios precisam ter CNPJ?

Muitas pessoas não sabem que empresas que comercializam títulos precatórios precisam ter CNPJ. O CNPJ é uma sigla para Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica, e é necessário para que as empresas que oferecem serviços relacionados a títulos precatórios possam realizar transações comerciais.

A obrigatoriedade do CNPJ se aplica a todas as empresas que oferecem serviços relacionados a títulos precatórios, desde as que atuam na compra e venda de títulos, até as que oferecem assessoria e assessoria jurídica. Isso é importante para garantir que as transações comerciais sejam realizadas de forma legal, e para aumentar a segurança dos usuários.

Além disso, o CNPJ também é necessário para que as empresas possam emitir notas fiscais, que são documentos importantes para comprovar as transações realizadas. Assim, o CNPJ é exigido para garantir que os usuários tenham as devidas proteções e segurança na realização de transações relacionadas a títulos precatórios.

A importância do CNPJ para evitar fraudes

A importância de uma empresa de compra e vendas de precatórios ter CNPJ

O CNPJ permite ao governo monitorar as atividades empresariais do país. Com esse sistema, o governo pode verificar se as empresas estão cumprindo as leis e regulamentações, além de evitar que fraudes sejam cometidas. Essa medida é especialmente importante para as empresas que lidam com grandes quantias de dinheiro, pois elas não podem ser usadas para fraudes.

Além disso, o CNPJ também é usado para fins fiscais. Com o sistema, o governo pode obter informações sobre o faturamento da empresa, bem como sobre quais impostos ela está pagando. Isso permite que o governo acompanhe de perto as atividades da empresa, a fim de garantir que ela esteja cumprindo com todas as suas obrigações fiscais.

A Addebitare é uma empresa regularizada e autorizada para a comercialização precatórios

A Addebitare é uma empresa de capital aberto, regulamentada e autorizada pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) para a comercialização de precatórios. A Addebitare tem como missão a compra de ativos judiciais em especial os títulos precatórios.

O que são precatórios?

Precatórios são títulos de crédito público, emitidos pelo Estado ou pelos Municípios, como forma de quitação de dívidas judiciais. São títulos que representam o valor integral de uma dívida reconhecida pela Justiça, e que deve ser paga pelo Governo ao credor.

Como funciona a comercialização de precatórios pela Addebitare?

A Addebitare atua como compradora de ativos judiciais, facilitando o recebimento destes valores por parte dos credores desta espécie de títulos. Por meio de seu site, a empresa possibilita que interessados possam entrar em contato e também fornecem assessoria especializada para o acompanhamento desse processo.

Vantagens de vender seu precatório

Vender seu precatório pode ser uma ótima maneira de obter dinheiro rápido. Se você estiver esperando o pagamento de um precatório, pode aproveitar as vantagens de venda de precatório. Aqui estão algumas das principais vantagens de vender seu precatório:

  1. Obtenha dinheiro rápido: Ao vender seu precatório, você obtém o dinheiro imediatamente. Isso é útil se você precisa de dinheiro para cobrir despesas urgentes.
  2. Evite a burocracia: Na maioria dos casos, a venda de precatório não exige burocracia. Basta entrar em contato com a Addebitare e fornecer os documentos necessários. Eles cuidarão de todo o processo.
  3. Reduza o risco: Ao vender seu precatório, você não precisa se preocupar com as flutuações do mercado. Quando você vende seu precatório, a empresa compradora assume o risco de flutuações do mercado.

Como você pode ver, vender seu precatório pode ser uma ótima maneira de obter dinheiro rápido e evitar a burocracia. Se você estiver esperando o pagamento de um precatório, considere vender seu precatório para a Addebitare e aproveite as vantagens.

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quinta-feira, 9 de março de 2023

O que diz a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) dos Precatórios?

De forma resumida, a PEC dos precatórios foi uma proposta de emenda constitucional aprovada em 30 de novembro de 2021 que alterou a regulamentação destes títulos públicos.

Ela estabeleceu um teto limite para o pagamento dos precatórios, a fim de garantir certa previsibilidade dos gastos públicos. O impacto desta medida já é realidade e ainda há dúvidas significativas sobre o parcelamento e a aplicabilidade na prática. Além disso, o potencial de 108,4 bilhões de gastos federais neste ano foi drasticamente reduzido.

O pagamento de precatório será feito de forma parcelada?

O que diz a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) dos Precatórios?

Outra grande alteração foi que o parcelamento de precatórios só é permitido se o valor total dos pagamentos não ultrapassar 2,6% da receita líquida da União. Assim, quando os pagamentos são estimados e se inicia a fila de pagamento, os títulos de maior valor têm prioridade para receber seu pagamento parcelado.

Previsão de pagamento dos títulos precatórios

A Dúvida principal dos credores em relação à PEC dos Precatórios é sobre pagamentos, prazos e inclusão na Lei Orçamentária Anual.

Em relação a esses três pontos, existem algumas especificidades. Por exemplo, se um credor tem um título no valor de R$450 mil que foi incluído na LOA para pagamento em 2023, ele terá direito a receber R$67,5 mil, ou seja, o equivalente a 15%, no prazo previsto. O restante pode ser diluído em até dez anos.

Não se pode estimar exatamente o número de parcelas, pois o orçamento é divulgado e aprovado no meio do ano. Para valores acima de 60 mil salários mínimos, o Ministério da Economia prevê a mesma regra para 2022, onde 47 precatórios serão contemplados.

E como ficou a fila dos precatórios?

O que diz a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) dos Precatórios?

A Emenda Constitucional alterou as regras de prioridade de pagamento de títulos públicos.

RPV’s e precatórios agora seguem novas regras de preferência:

* precatórios de natureza alimentícia com titulares de mais de 60 anos ou com doenças graves ou deficiências,

* precatórios de natureza alimentícia com valor até 3 vezes a RPV,

* precatórios de natureza alimentícia com valor acima de 3 vezes a RPV e os demais precatórios.

RPV’s não fazem parte do teto de gastos e possuem regras próprias e um menor prazo para quitação.

Posso antecipar meu Precatório após a PEC

A antecipação de precatórios federais é uma alternativa viável para credores que necessitam de recursos em curto prazo. Isso porque a PEC dos precatórios mudou a forma como os títulos são pagos, estendendo o tempo de pagamento e modificando a taxa de reajuste.

A antecipação consiste na troca dos títulos federais por dinheiro em curto prazo. O credor pode optar por receber um valor menor do que o valor total do precatório, mas com a vantagem de garantir o recebimento imediato.

Embora seja uma alternativa viável, é importante considerar as taxas cobradas por esses serviços. Algumas empresas de antecipação de precatórios cobram taxas altas sobre o valor a ser recebido, o que pode diminuir significativamente a quantia que será recebida.

É importante fazer uma análise do custo e benefício da antecipação antes de aceitar a oferta. Se o valor a ser recebido for extremamente menor do que o realmente devido, ou se o custo da antecipação for muito alto, talvez seja melhor esperar o pagamento normal do título.

As vantagens de vender seu precatório após a PEC dos Precatórios

O primeiro passo para decidir se é melhor vender ou esperar pelo pagamento do precatório é entrar em contato com o advogado da causa. Ele é capaz de informar qual o valor atualizado da dívida e onde ela está na fila de pagamentos, além de aconselhar sobre a melhor decisão.

O profissional também não pode comprar o precatório de seu cliente, pois isso viola o código de ética da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil). Quem está perto de completar 60 ou 80 anos de idade, ou foi diagnosticado com uma doença grave como o câncer, deve verificar se não vale a pena aguardar para entrar na fila de pagamento prioritário de precatórios, direito garantido pela Constituição.

Além disso, o credor deve considerar ainda sua situação financeira atual. Se estiver em estabilidade, pode-se aguardar o pagamento como investimento para o futuro; já se estiver com dívidas com juros muito altos, pode-se preferir a venda dos precatórios para evitar prejuízos maiores.

Consulte a Addebitare para obter maiores informações sobre seu título precatório. Somos especialistas em compra de ativos judiciais, temos profissionais preparados para esclarecer toda e qualquer dúvida que você tenha.

Em até 48 horas te informamos sobre a situação de seu precatório e depositamos o valor em até 5 dias úteis após a assinatura do contrato.

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quarta-feira, 8 de março de 2023

Como receber precatório de falecido a 15 anos

Receber um precatório de falecido a 15 anos é um processo complicado, mas que não é impossível. É importante lembrar que o beneficiário deve estar em dia com todos os processos administrativos e documentações necessárias para que o recebimento do precatório seja possível.

O que é precatório

Como receber precatório de falecido a 15 anos

Um precatório é um documento emitido por um tribunal, por meio de um mandado judicial, que exige que a parte vencida pague uma determinada quantia ao credor. O credor é geralmente um indivíduo que alegou uma violação de direitos ou que obteve uma sentença favorável em um processo judicial.

Ele não é emitido em todos os casos. Ele só é emitido quando o devedor no caso o ente federativo ou autarquias e instituições relacionadas não tem como pagar o valor devido à vista, sendo assim é criado este documento de crédito ao credor.

Passos para requerer o precatório de falecido

Ao realizar herança e inventário de credores falecidos é necessário separar um dos herdeiros ou herdeiras para apresentar o espólio / inventário – para ser reconhecido como inventariante.

Seu nome é o que será citado no tribunal pelo juiz. Esse inventariante geralmente é escolhido porque é o filho mais velho ou sempre teve uma relação mais próxima com o falecido.

Uma vez considerados, ativos e passivos do falecido devem ser examinados. O advogado do credor falecido ajuda muito nessa hora, transmitindo as informações das dívidas do credor que lhe foram entregues. Depois disso, o inventariante deve iniciar o processo de inventário.

Depois de levantar todos os bens do credor falecido. O inventariante envia todos os documentos para um advogado que vai organizar formalmente os bens de inventário e herança em termos legais.

Habilitando o herdeiro a receber o precatório

Agora, com a emissão de um documento denominado Formal de Partilha, que o tribunal emite no âmbito do processo formal de sucessão – e que passa os bens deixados em vida pelo falecido aos seus herdeiros de forma organizada e com distribuição pactuada entre os herdeiros, o processo segue.

Com esse documento, o herdeiro efetivo torna-se o novo titular do precatório e pede ao juiz de instrução que autorize os herdeiros que receberão os valores do precatório. Os documentos necessários para esta etapa são:

Documentos pessoais dos herdeiros (RG e CPF ou CNH, comprovante de residência)

Certidão de óbito comprovando o falecimento

Certidão de casamento da viúva (se o credor ou credora for casado)

Procuração concedida ao advogado

Assim que o processo for ajuizado, é preciso esperar a decisão do tribunal sobre o pagamento do precatório. Após isso, será dada uma ordem de pagamento e, então, o processo entrará na fase de liberação.

É importante lembrar que o recebimento do precatório não é uma tarefa fácil e, por isso, é importante contar com o apoio de um advogado especializado. Com o auxílio de um profissional, todos os processos administrativos e judiciais necessários para o recebimento do precatório serão acompanhados de perto.

Posso vender o precatório de um falecido

Como receber precatório de falecido a 15 anos

Vender precatórios de parentes falecidos é uma das formas mais comuns de arrecadação de recursos. Esta é uma forma rápida e eficaz de obter fundos para o pagamento de dívidas, bem como para o financiamento de projetos e investimentos.

No entanto, antes de iniciar o processo de venda de precatórios de parentes falecidos, é importante realizar uma avaliação da situação financeira do falecido. É necessário verificar se a dívida realmente deve ser paga com o governo por exemplo.

Além disso, vale a pena verificar se o precatório está em condições de ser vendido. Existem empresas especializadas neste ramo que podem ajudar os herdeiros a entender melhor o processo de venda de precatórios de parentes falecidos.

Uma vez que a situação do falecido esteja esclarecida, os herdeiros podem iniciar o processo de venda do precatório. É importante saber que a venda de precatórios não é um processo complicado, mas é aconselhável que os herdeiros entrem em contato com o advogado para auxiliá-los nessa tarefa.

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Na Addebitare, vender precatórios de parentes falecidos é uma forma eficaz de acelerar o recebimento destes valores.

Estamos a sua disposição para explicar todo esse processo para que tudo seja feito de forma correta.

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